Quanta coisa você faz com os dedinhos hoje em dia né?
Sei lá porque, mas eu sempre senti uma vibe dyke nessa propaganda…
[UPDATE]
Poxa Ana Póula Arósio! Ficar fazendo propaganda aleijada hipócrita anti-drogas dá nisso, perde até a concordância no final e você faz “assim pras droga“.
Depois de tanto tempo parada, depois de tanto eu falar, criticar, esperar, gritar, reclamar, Katy Perry finalmente lançou seu segundo álbum. Depois do sucesso que foi “One of The Boys“, o disco (mediano no meu ponto de vista) que fez a cantora estourar com o hit controverso “I Kissed a Girl” e mais tarde com “Hot n Cold“, Katy parecia ter sentado no pudim para aproveitar a brincadeira de ser famosa pra sempre.
“Teenage Dream” era fórmula ceeeerta para flopar. Artista muito tempo sem lançar nada, Katy Perry é conhecida por não cantar muito, não é muito criativa e estaria lutando contra gigantes. Tá certo que lançar um álbum agora é algo esperto: Lady Gaga está no fim do The Fame Monster, Madonna não deve mexer no Celebration por enquanto, Britney ainda vai demorar pra aparecer com algo novo e a maior ameaça, Cristina Aguilera, já é ameaça menor que Sandy. Mas uma coisa é indiscutível: trabalho bom ganha espaço. Coisa que o “One Of The Boys” não era.
Katy Perry começou com o pé direito. Numa época de erro estratégico de quase todos os cantores pop americanos, conseguiu quase que sozinha entrar na disputa pela música do verão nos Estados Unidos. “California Gurls” foi na medida certa (mesmo que meio breguinha) para ganhar o posto e reinar sozinha, já dando um sólido comeback pra Katy, que até então não lançava nada desde que minha vó andava de bicicleta.
Logo depois (ou muito depois, como preferir) veio “Teenage Dream“, finalmente a música tema do CD. Admito que essa música me deu muito medo. Me deu medo porque é uma música chatinha pra cacilda pra ser tema do álbum. Me deu mais medo ainda porque “California Gurls” e “Teenage Dream” pouco conversam entre si musicalmente e eu não sabia mais o que esperar do álbum. Até porque, convenhamos: “Teenage Dream” tem toda uma sensação de Deja Vu de outras músicas da Katy Perry. Isso sem contar que quando a música começa eu morro de vontade de cantar “Waking up in Vegas“…
Até o dia que “Teenage Dream” saiu eu só sabia reclamar da Katy Perry. Sério. Pra mim esse álbum ia ser uma por-ca-ri-a. Daquelas retumbantes. Ai o álbum saiu. E eu ouvi o álbum inteirinho. E eu sou chato, vocês sabem né? Querem saber o que aconteceu? Katy Perry calou a minha boca. “Teenage Dream” é uma das mais gratas surpresas que eu já tive por ai. MUITO melhor que aquela Katy Perry chata e remelenta de “One Of The Boys“.
“Teenage Dream” tem uma sonoridade moderna, mas antes de tudo despretenciosa, e é isso que é gostoso no CD. Não vai pro caminho fácil do eletropop. Katy Perry resolveu fazer um pop chiclete debochado que só ela sabe fazer. Um álbum que brinca com palavras, com sons antigos, com músicas bem vocais, melodicas, flertando com o rockabilly e até com o indie em viagens muito felizes. O pop plástico e “correto” do “One Of The Boys” dá espaço a uma brincadeira de fim de semana que não podia ser mais divertida. “Teenage Dream” dá vontade de botar um óculos colorido e tomar um drink com guarda-chuvinha. Dá pra ouvir tudo isso que eu estou falando já em “Last Friday Night (T.G.I.F.)“.
Depois de horas na praia, a noite cai e todo mundo fica em volta da fogueira na areia. Isso é “Firework“, o terceiro single do álbum. Uma música com uma emoção única, gritada e que por incrível que pareça não fica brega – o que é bem difícil atualmente…
Ai vem a parte cagada Katy Perry. O brega mais brega que só a Katy consegue fazer ser engraçado e ao mesmo tempo divertido. “Peacock” brinca com uma palavra que pra nós acaba tendo um sentido extra. Ao falar “I wanna see your Peacock, cock, cock…” (eu quero ver o seu… pavão), em português, a tradução da brincadeira acaba aparecendo já rapidinho também. Será que foi proposital? Haha.
“Circle The Drain” tem nome de faixa da Miley Cyrus mas é a música mais bizarra do CD… Haha Bizarra porque não é uma música de Pop e sim claramente de Indie Rock. E pior, é muito boa e uma das minhas preferidas. Algo que eu nunca imaginaria a Katy Perry cantando. Provavelmente algo que muitos fãs dela não vão gostar, vão achar muito estranho e vão passar logo. Mas aos desavisados que compraram o CD dela sem querer e nem gostam tanto de pop, essa é uma faixa para ouvir over and over again.
Outra música diferente, quase literalmente alien do CD, é “E.T.“, uma música downtempo boa de ouvir que não é tão indie como “Circle the Drain” mas foge do chicletão Katy Perry. O CD ainda tem mais duas músicas que são um pouquinho “encheções de linguiça”, tudo o que a gente já ouviu da Katy de uma maneira que a gente já tá cansado de ver por ai, “Hummingbird Heartbeat” e “The One That Got Away“…
Mas você, leito assíduo do BernardoFala/Gossipop deve estar se perguntando: “Não é possível, chato do jeito que o Bernardo é, ele não pode estar achando esse CD a melhor coisa do mundo. Será que ele vai mesmo terminar esse review sem reclamar de nada?” e eu respondo: claro que não, né gente? Não vou decepcionar vocês.
AS BALADAS DE “TEENAGE DREAM” SÃO DE ESTOURAR OS TÍMPANOS. Sério. É ruim demais. Da vontade de morrer. “Who Am I Living For?” é uma música que realmente te faz perguntar porque você está vivendo no final. Deviam responsabilizar a Katy Perry pelas pessoas que se matarem durante essa música. Essa e mais “Pearl” e “Not Like The Movies“. Quer dizer, depois da faixa 8 do CD, você já pode mudar de álbum e ser feliz.
Mas continua assim Katy Perry. Agora você tem meu respeito e um lugarzinho no meu coração, tá bom? Haha
Sharon Stone de cara limpa na rua? Assim é fácil!
Eu quero ver ela de cara limpa, blusa da Renner, calça de moletom, touca no cabelo, uma sacola plástica, quem sabe…
(do Ego)
Quem olha esse vídeo de aniversário de 29 anos do SBT até acha que a emissora até boa, né gentche? Haha
Quando a gente fala que é fazendo merda que a gente aduba a vida, não é brincadeira! As vezes nasce uma florzinha, uma arvorezinha ou um filminho tipo esse, que ficou super legal, tsá?
Ou vocês não ficaram super animados com a música xuper muderninha?
E a Maisa é ninja. E “A praça é nossa” vai continuar. Tremei.
(do BlueBus)
Ui ui ui. O Cinema Odeon Petrobrás vai pegar fogo na próxima sexta-feira com a edição proibida para menores do CineclubeLGBT!
A ideia desta edição é levar o homoerotismo para as telas como tema de discussão dentro do cinema gay mundial. E depois, para liberar toda essa tensão sexual (mas com moderação, crianças… kkk) uma festa com o melhor do pop ao som do DJ Great Guy.
Para saber os cinco curtas que serão exibidos no CineclubeLGBT Proibido Para Menores, vá lá no site oficial do evento e se informe.
E é claro que mais uma vez o BernardoFala/Gossipop não vai deixar você de fora da brincadeira. É só completar o formulário ai embaixo e concorrer a 2 pares de ingressos. O resultado sai na sexta-feira (dia do evento) às 14 horas.
P.S.: O CineclubeLGBT é no Rio de Janeiro. Os ingressos serão retirados na bilheteria do evento.
Iris Stefanelli está fazendo aula de maquiagem trash para filmes do Zé do Caixão. Medaaaaa.
Continua ai querida, tá aprendendo direitinho.
O batom vermelho no olho tá super natural, daqui a pouco já sai formada pra trabalhar até com a Stefhany, TV Fama, sei lá.
@ladygaga ficou toda animadinha que passou @britneyspears no Twitter que até gravou um videozinho vestida de fadinha.
Agora Lady Gaga é uma Tween (Twitter Queen, se você não é descoladinho e não entendeu esse trocadilhozinho, inho).
Achei fofinho, inho.
Alguém me explica qual a importância “de bisturi ela entender” se os implantes dentários foram “sem bisturi“.
Depois desse tratamento dentário, algum oftalmologista vai ter que dar um tratamento pra coitada também, porque ela tava com algum problema bizarro de desvio ocular durante toda essa propaganda.